Diário de Bordo do Edifício

por Susana Lucas
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Tem sido recorrente me falarem na necessidade de termos uma Diário de Bordo dos Edifícios. O último dos quais foi um presidente de um município, que aliás foi meu aluno na licenciatura – que orgulho!

Parece que não existe qualquer tipo de registo do que se faz, quanto custou, o que estava mal, o que se substituiu, enfim não se sabe como tem sido a vida útil da manutenção dos edifícios, em especial dos públicos…

Além da manutenção, da componente de construção, ser diminuta, não existe registo de nada do que se faz. Não se sabe quanto aquele edifício já necessitou de investimento durante a sua operação.

Parece-me que tem que existir uma reflexão alargada de todas as entidades de como se pode melhorar, se não for possível resolver, esta situação. Estamos apenas focados na construção ou na reabilitação, em especial os financiamentos disponíveis. Mas como se tem gerido a sua vida útil, parece que não importa a ninguém… será que para se efetuar investimento público no âmbito de uma reabilitação não se devia comprovar o que se fez para garantir as condições de utilização na vida útil?

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