Retoma com a inovação Nacional

por Susana Lucas
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Talvez para termos uma boa notícia, pois parece que estamos a deixar de nos “portarmos bem” como temos estado nesta época de quarentena e o numero de novos infetados começos a subir nos últimos 3 dias, António Costa deu uma “dica” para o nosso futuro comum: temos capacidade, engenharia e capacidade produtiva para apostarmos na nossa industria, para sermos autónomos em termos das soluções necessárias para este desafio no Coronavirús.

Assim de acordo com o jornal Sol:
António Costa esteve esta sexta-feira no CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento, em Matosinhos, que está a produzir ventiladores para ajudar na linha da frente de combate à covid-19. Na visão de António Costa, o país necessita de ter muitos ventiladores para caso nesta fase em que se começou a conviver com o vírus exista a “garantia” que “se tudo correr mal, não faltarão ventiladores” e que “se formos contaminados temos um Serviço Nacional de Saúde suficientemente robusto”.
“Se tudo correr mal e precisarmos mesmo de chegar à fase dos cuidados intensivos, temos de ter a garantia que temos os equipamentos necessários. E é por isso muito importante que essa segurança exista para os profissionais de saúde, mas que exista para o conjunto de cidadãos: o saber que se tudo correr correr mal, não faltarão ventiladores para todos aqueles que necessitam de ser ventilados“, disse Costa.
O primeiro-ministro diz que é necessário reforçar o mercado nacional e que não se pode depender de “um mercado desregulado e selvagem” como o internacional, visto a oferta não acompanhar a procura por parte de todos os países que enfrentam o novo coronavírus. “Coisas tão banais como máscaras não podem vir de países a milhares de quilómetros de distância. Não podemos depender de um mercado que está completamente desregulado e selvagem, que a luta quase ombro a ombro fisicamente, para comprar um ventilador aqui, outro ventilador ali. Tem sido muito difícil em Portugal e em sido muito difícil em todo o mundo”, salienta.
“Temos engenharia para isso, temos industria para isso, temos competência e profissionais para isso. E, portanto, podemos ser autónomos na produção“, afirma, elogiando a CEiiaA. “Mais uma vez provámos que, em todos os momentos de exceção, os portugueses são absolutamente excecionais”.

Sempre acreditei que somos capazes!

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