Ouviram falar em requalificação urbana nas últimas semanas, certo?
Prefiro analisar este assunto focando-me noutras vertentes como a sustentabilidade desses edifícios, qual a pegada ecológica, que técnicas foram aplicadas para potenciar a eficiência energética, entre outros.
A maioria dos edifícios novos hoje em dia já tem elevados níveis de eficiência energética, no entanto as requalificações e remodelações continuam com níveis muito baixos e uma das causas é o elevado custo que a implementação de alguns sistemas em edifícios existentes pode ter.
Por isso venho falar-vos do 2nd skin. Como o nome indica é uma “segunda pele” aplicada nos edifícios antigos alvo de requalificação, com implicações (como o peso) muito baixas para a estrutura do mesmo.
Esta solução, com baixas emissões, permite aportar às requalificações, com baixo impacto para os ocupantes, uma solução que cumpre com os requisitos técnicos e legais, reduzindo significativamente o consumo energético e as emissões de CO2. Para além de um excelente comportamento térmico, inclui uma bomba de calor disponibilizando água quente, aquecimento e arrefecimento, e painéis fotovoltaicos para produção de energia elétrica. Todos os sistemas do edifício passam a ser elétricos.
Na Holanda, já existe alguns pilotos onde foi possível alcançar “zero energia”, ou seja, são edifícios autossustentáveis energeticamente. Este produto está agora a ser lançado em grande escala o que permitirá a chegada a mais mercados.
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Um fantástico exemplo que a Cristina apresenta!
