Neste início de ano tem-se sentido uma forte aposta das marcas automóveis nas viaturas elétricas e híbridas, quer pelas campanhas de marketing quer pela redução dos valores de aquisição.
Mas estará o Diesel “morto”?
O Dieselgate anunciou o fim do Diesel, trazendo mais rigor às medições das emissões e da eficiência energética, afetando quase todas as marcas automóveis.
Esta revolução obrigou os fabricantes a ir mais além, esforçando-se para limpar as marcas deixadas, indo para além dos mínimos obrigatórios no que se refere à emissão dos principais agentes poluentes e na eficiência. Surgem assim os primeiros automóveis com características ambientais semelhantes aos elétricos.
A resistência à mudança tem atrasado a massificação dos automóveis híbridos e elétricos, mas já estão em marcha planos para o fim dos automóveis a Diesel em algumas cidades europeias nos próximos anos. Estas melhorias significativas dos automóveis a Diesel serão suficientes para os prolongar no tempo?
Serão os custos de produção, utilização e manutenção a ditar o futuro automóvel?
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Cristina eu não sei qual será o futuro mas o presente depois de analisar todas as possibilidades de híbrido e elétrico, tive que optar por um a diesel, porque nenhuma das outras soluções era viável em termos de custos de utilização para os quilómetros que faço, infelizmente…
