É um dos temas que gostava de dinamizar, ainda especial no ensino politécnico (onde leciono): termos uma engenharia com base no conhecimento prático.
Sei que temos que acreditar os cursos na A3ES. Mas também sei que o conceito não é novo e já é e muito aplicado em outros países, mesmo na Europa.
Não podemos querer que o ensino politécnico seja igual ao ensino universitário. Por isso temos que ser diferentes. Mais práticos. Mais ligados ao que as empresas e instituições precisam.
Assim o que eu gostava é que os alunos, pelo menos a nível do mestrado (mas se fosse na licenciatura era tão bom…) que quando entrassem fosse definido o que queriam fazer. Um projeto. Um estudo. O que fosse acordado. E depois seria definida a equipa de docentes que teriam que passar as competências por cada aluno para ele conseguir chegar ao seu objetivo.
Será que é assim tão difícil? Não nos focarmos em termos conteúdos iguais para alunos diferentes, mas sim nos focarmos nas diferenças dos alunos para os ajudarmos a desenvolverem as suas competências?
Aqui está mais uma ideia para 2019!
