Na passada 3ª feira tive novamente a satisfação de ir a Guimarães. Como a minha ida passou por uma reunião na Câmara pedi para ir dar uma olhadela à nova obra com Sustentabilidade (foi tudo pensado!) que será o novo Ginásio para treinos de ginástica desportiva.
O diretor executivo da Tempo Livre, Aníbal Rocha, que me acompanhou fez um comentário que gostava de efetuar uma reflexão: tentamos efetuar o investimento maior no projeto e na construção para minimizarmos os custos de manutenção.
E não devia ser assim? Será assim tão difícil?
Realmente existiu uma fase de construção “desenfreada” em que o importante era o número e não a qualidade, muito menos a sua Sustentabilidade. Mas parece que essa fase está a passar e como os investimentos têm que ser mais ponderados existe outras preocupações e ainda bem!
Da minha parte fico muito satisfeita com esta nova (ou retro) consciência na decisão de investimento.
Em termos das medidas de sustentabilidade preconizadas já as abordei, de uma forma simplificada, no artigo de 12 de Abril de 2017.
O que gostava de destacar é a preocupação manifestada em relação ao investimento e garantia de melhores condições de manutenção, ou seja, garantiram um projeto e uma execução com medidas que minimizam necessidade de manutenção.
Sempre que vou a Guimarães verifico uma dinâmica de tentar sempre fazer melhor que é contagiante! E a Sustentabilidade está com toda a certeza na agenda de Guimarães, dado que se estão a candidatar a Capital Europeia do Ambiente para 2020, como abordei no artigo de 13 de Abril de 2017.
Fica a reflexão para podermos ter mais Sustentabilidade no Ambiente Construído!
