Um conceito que vi numa apresentação na Future Building que considerei muito interessante para analisarmos e projetarmos os espaços.
Primeiro a Vida que nele existe e que queremos que lá fique. As pessoas e a natureza devem ser privilegiados, a primeira linha de raciocínio, para quem planeia espaços, territórios ou cidades.
Depois o Espaço. É necessário conhecer como este é, tanto em termos morfológicos como funcionais, por exemplo linhas de água. Deve ser maximizado a sua morfologia natural de forma a se garantir e potenciar a melhor funcionalidade do espaço.
Por fim os edifícios. Só depois das duas anteriores componentes estarem “garantidas” o minimizado o impacte nas mesmas, é que devemos pensar nos edifícios.
Parece-me uma metodologia bem interessante de aplicar!
