Cada vez mais há novas formas de mobilidade dentro das grandes cidades, não só pela necessidade ecológica e redução de emissões dentro dos centros urbanos, mas também porque há formas muito mais rápidas do que o automóvel quando estamos perante percursos curto citadinos.
Antes da pandemia houve um boom de motociclos elétricos, bicicletas, trotinetes e carsharing. Com o Covid-19 e as restrições de mobilidade, algumas destas empresas não sobreviveram, principalmente as que operavam carsharing.
Durante a pandemia, as esplanadas cresceram e os passeios também. Há vários exemplos de ruas que diminuíram o espaço para circulação de automóveis e aumentaram o espaço para circulação de peões e ciclovias.
Pode não ter sido em tantas ruas quanto o desejável, mas é um caminho e acho que tem sido bem explorado. É verdade que há uma “febre” de trotinetes e muitas vezes são utilizadas sem qualquer noção do risco dos acidentes que podem acontecem.
Esta micromobilidade deve ser acolhida pelos grandes centros urbanos onde os trajetos casa-trabalho são cada vez mais difíceis e morosos!
Sempre que possível, façam os pequenos percursos a pé, faz bem à saúde e ao ambiente. Se não for possível a pé, utilizem as bicicletas e trotinetes. Vamos, aos poucos, melhorar a mobilidade urbana.
