O conceito de edifício inteligente (residencial ou de serviços) está a ser fortemente impulsionado pelos modelos de negócio de autoconsumo. Por sua vez, a produção de energia elétrica para autoconsumo tem contribuído para o desenvolvimento de novas tecnologias para integração destes sistemas nos edifícios inteligentes existentes.
Deixo um esquema do potencial de aplicação dos sistemas em edifícios inteligentes.
A privacidade e segurança dos dados ainda é um entrave para muitos potenciais utilizadores, mas a maioria das marcas tem trabalhado para contrariar esta tendência.
O que não faltam são opções por onde começar.
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As casas inteligentes podem ter as suas vantagens e desvantagens, terá que ser uma avaliação integrada. Contudo será sempre relevante a reflexão de soluções como a Cristina abordou.
Da minha parte hoje na Engenharia e Construção abordo a questão da Reabilitação na construção e o seu potencial de inovação.
