Como rescaldo da Rebuild 2050.
Primeiro era bastante maior do que a feira de Barcelona, a Concremat. Eram 2 grandes pavilhões. Depois o tema chave foi a industrialização da construção, tudo o que era soluções para o efeito, sendo os materiais base a madeira, o betão e o metal.
Depois gostei muito de que alguns stands disponibilizavam para trazer, além de pen drives com folhas de cálculo e catálogos, existia stands que ofereciam árvores para plantar.
As soluções industrializadas ainda são muito condicionadas pela acoplagem dos materiais, mas já existia quem tivesse soluções a pensar no reuso.
Estive também com uma empresa do grupo Deloitte que tem um gêmeo digital de um estádio, considerei que ainda está numa fase preliminar, que o objetivo do gêmeo é testar cenários de algumas funções da gestão centralizada, falei em manutenção preditiva, mas pareceu-me que era um pouco de mais para eles.
Estive também no stand na Tecnalia, e falei com um técnico de Bilbau sobre impressão 3D, que já tinha conhecido quando tinha estado em Bilbau.
Com toda a certeza é uma feira para repetir para o ano, mas como mais dias, porque chega um ponto em que é como estar num mega supermercado, que é tanta coisa que não consigo parar para ver, também vos acontece isso? Imaginem na outra feira que está a acontecer em simultâneo da área da mecânica que eram 8 pavilhões…
Além da feira gosto sempre de ir descobrir algo na cidade e desta vez foi o antigo matadouro central, uma infraestrutura gigantesca, que foi reconvertido para um centro de artes. Vale mesmo a pena lá ir e almoçar no terraço da cantina.
Genericamente os Espanhóis têm uma elevada apetência comercial, simpatia e claro que são nostros hermanos!
Sem dúvida a repetir!
