Já existe – ainda bem – uma consciência diferente sobre os espaços, em especial nos habitacionais. A flexibilização dos espaços deve e tem que ser considerada, não só para a ampliação como também para a redução da área construída… usualmente só se pensa em ter o máximo de área construída e como se pode ampliar, mas podemos também ponderar o contrário, ou seja, diminuir a área construída, potenciar a flexibilidade do uso dos espaços e claro que aumentar a área exterior.
Sei que esta questão não é simples em especial quando estamos a abordar a habitação permanente, porque se pretende um espaço dedicado para cada uso, contudo temos que cada vez mais refletir esta questão, dado os custos da construção e dos terrenos…
Tanto em termos de SUSTENTABILIDADE como de promoção da SAÚDE e BEM-ESTAR, dado que ter espaços mais amplos, flexíveis e potenciando espaços exteriores, vamos com toda a certeza garantir esses aspetos.
