Não será apenas a rapidez com que se conseguiu a vacina contra a covid-19 que marcará o avanço tecnológico e de saúde em 2020.
O World Economic Forum e a revista Scientific American resumiram as principais tecnologias emergentes de 2020:
– Micro-agulhas para realizar análises ao sangue e injeções com menos dor. A espessura da agulha é tão fina que minimiza o impacto nas terminações nervosas que se encontram sob a pele.
– Produtos químicos que se obtêm a partir da incidência da luz solar sobre os combustíveis fósseis. A energia solar transforma os resíduos dos combustíveis fósseis em produtos químicos, desde detergentes a produtos têxteis.
– Doentes virtuais. São realizados órgãos virtuais e sobre estes são feitas simulações computacionais para estudar doenças, adições, etc.
– Computação espacial. Estão a ser desenvolvidas novas formas de interação homem-máquina usando a realidade virtual e a realidade aumentada através do mapeamento espacial, sensores e controlo de movimento.
– Digitalização da medicina. Utilização de aplicações para monitorizar sinais vitais e administrar alguns tratamentos.
– Aviões elétricos. Já há 170 protótipos de aviões elétricos.
– Cimento com baixas emissões de CO2. Alterações nos compostos do cimento permitirão reduzir os 8% de emissões de CO2 a nível mundial que hoje se verifica pela utilização deste produto.
– Sensores quânticos. Carros autónomos que conseguem reconhecer o que está depois do cruzamento ou sensores portáteis que conseguem analisar a atividade cerebral já são alguns exemplos dos sensores quânticos.
– Hidrogénio verde. Sobre este já ouvimos várias notícias em Portugal.
– Sintetização do genoma. Os avanços nesta área têm permitido imprimir cada vez maior quantidade de genoma e fazer alterações genéticas cada vez mais significativas.
Muito havia para falar sobre cada uma destas tendências!
2020 foi mais um ano cuja velocidade dos avanços tecnológicos nos mostra o quão difícil se torna prever o futuro. Concordam?
