Sendo um assunto que já falei anteriormente, contudo dado a sua relevância gostava de voltar novamente. Assim após ter preparado a aula de hoje sobre ventilação natural gostava de sistematizar alguns aspetos.
Assim em primeiro lugar a Norma Portuguesa NP 1037-1 2002 – Ventilação e evacuação dos produtos da combustão dos locais com aparelhos a gás, nomeadamente Parte 1: Edifícios de habitação. Ventilação natural.
A ventilação das habitações deve ser geral e permanente em toda a habitação, contudo deve se ter em consideração que existem condições distintas de Inverno e Verão. No Verão é abrir as janelas, pois pretendemos renovar o ar e arrefecer as divisórias, em especial no início do dia e a diferença de pressão, entre o interior e o exterior, e a ação do vento fazem o resto. No Inverno só pretendemos renovar o ar por isso é usual necessitar de menos tempo de ventilação.
Claro que existem necessidades distintas de caudal de ar de ventilação consoante a divisória a arejar e os equipamentos existentes na mesma.
Sendo o vento o fator mais determinante para a ventilação têm igualmente de se ter em consideração os seguintes fatores para a quantificação da ação do vento: em Portugal existem duas zonas distintas em termos de velocidade do vento, existe igualmente a rugosidade aerodinâmica do terreno que condiciona da circulação do ar e a cota da janela acima do solo (pois quanto mais alto for o edifício mais os pisos superiores “sofrem” com o efeito do vento.
Por isso toca a ventilar!
